Livre. Agora sinto-me livre.
Sinto que os terriveis grilhões que outrora me afastavam do mundo, agora nada podem contra a força que encontrei dentro de mim (...)
Agora guardo o passado dentro da gaveta da mesinha de cabeceira, de madeira velha envernizada, e vivo.
Vivo o meu presente.

devias guardar o passado no fundo de uma gaveta esquecida no tempo.
ResponderExcluirna mesinha de cabeceira ele pode sempre voltar a atormentar-te.
beijinho, té!
O passado já tá na caixa, não podes ficar agarrada a ele como se fosse uma mantinha que te vai aquecer no dia gelado.
ResponderExcluirVive o presente cautelosamente, para garantires um futuro salubre.